SEJA BEM-VINDO!!!!

SEJA BEM-VINDO!!!!
Este é um espaço dedicado à estudantes e profissionais de serviço social e também àqueles que tem interesse pelos assuntos sociais do nosso país, que acreditam e contribuem para a efetivação dos direitos de todos os cidadãos!

Seguidores

sábado, 18 de setembro de 2010

Brasil melhora indicadores sociais, mas de forma lenta; educação é desafio



Nos últimos dez anos, o Brasil melhorou seus indicadores sociais, porém, lentamente. E os desafios são grandes.

Segundo a Síntese de Indicadores Sociais, divulgada ontem pelo IBGE, a educação ainda é área crucial.

Praticamente todas as crianças de 6 a 14 anos frequentam a escola, mas a média de anos de estudo é baixa: 5,8 anos.

A situação dos adolescentes é mais delicada. Embora o acesso ao ensino médio tenha aumentado 55,7% na década, metade dos jovens entre 15 e 17 não conseguiu chegar a esse nível de escolaridade.

"O crescimento econômico exige maiores índices de educação e de qualificação dos jovens", diz Ana Lúcia Saboia, coordenadora da pesquisa.

No grupo de 18 a 24 anos, mais da metade não chegou à universidade. E, entre os que conseguiram completar o ensino médio, mais de um terço parou de estudar.

A expectativa de vida ao nascer manteve tendência de crescimento, chegando a 73,1 anos em 2009, ante 70 em 1999. E a taxa de mortalidade infantil caiu de 31,7 para 22,5 por mil nascidos vivos na década.

Em 2009, um em cada cinco domicílios tinha, simultaneamente, energia elétrica, telefone fixo, internet, computador, geladeira, TV em cores e máquina de lavar (em 2004, eram 12%). 


SANEAMENTO

Apenas 62,6% dos domicílios urbanos brasileiros têm acesso à rede de água, esgoto e à coleta de lixo. Se a análise focar exclusivamente o abastecimento de água, este índice sobe para 93,5%, e se abranger apenas o percentual de domicílios com acesso a serviços de esgotamento sanitário por rede coletora, o índice fica em 68,3%.

 Segundo o levantamento, que associa a qualidade de vida ao acesso simultâneo a esses três tipos de serviço, ainda há muito o que melhorar para alcançar níveis mais altos de qualidade de vida para boa parte da população brasileira. Em 1999 o índice - relativo a domicílios urbanos brasileiros com acesso simultâneo a rede de água, esgoto e coleta de lixo - estava em 57,2% dos domicílios, e no ano de 2003, em 59,6%.


 O estudo reitera que quanto menor o rendimento da família, pior é a situação em que ela se encontra em termos de acesso a saneamento básico. Para a classe de rendimento médio de até meio salário mínimo per capita, 41,3% dos domicílios tinham esses serviços oferecidos de forma simultânea. Essa proporção vai crescendo para cada classe até chegar em 77,5% para as famílias cujo rendimento per capita é de mais de dois salários mínimos.


Fonte: http://www.estadao.com.br/ ;

Um comentário: