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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Longe do assistencialismo

Um contigente formado por 104 mil profissionais, dos quais 97% são mulheres e 3% são homens. Esse é o raio-x do serviço social no Brasil de acordo com uma pesquisa apresentada em agosto no Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais. O estudo indica ainda que no país existem cerca de 300 cursos superiores na área.

Para a coordenadora do curso da Unicap, Odalisca Cavalcanti, a profissão é cercada de desconhecimento. "Muita gente pensa que quem se gradua em serviço social é sociólogo. Outras pessoas perguntam se nos formamos em assistência social", conta. Porém, a coordenadora do curso da UPFE, Helena Chaves, destaca que essa realidade vem mudando ao longo do tempo. "A profissão é mais respeitada hoje em dia. Estamos vivendo um momento de maturidade", diz.

Os assistentes sociais podem atuar em órgãos públicos, organizações não-governamentais e na iniciativa privada. Cabe a eles planejar, gerenciar e executar ações de políticas públicas nas áreas de saúde, educação, gênero, segurança, entre outras. "É preciso ter bastante sensibilidade para lidar com as problemáticas sociais", afirma Odalisca Cavalcanti. 

A estudante do 2º período de serviço social da Unicap, Vanessa Souza Leão, optou pelo curso porque queria ajudar o próximo. "Gosto de lidar com o público e pretendo atuar junto a comunidades ou na área hospitalar", planeja. 

O curso tem uma duração de quatro anos. Além das atividades teóricas, os estudantes são incentivados a colocar seus conhecimentos em prática com o estágio curricular. "Essa etapa é obrigatória para todos os alunos a partir do 6º período. Eles vão a campo e contam com a supervisão de um profissional da área", explica Helena Chaves.

Priscilla Cordeiro, estudante do 8º período do curso da UFPE, passou pelo estágio curricular na ouvidoria da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco. "Minha experiência foi gratificante. Inclusive o tema da monografia que estou desenvolvendo é segurança pública e direitos humanos", conta ela, que quer seguir a carreira acadêmica. 

A graduação em serviço social é a porta de entrada para quem sonha construir mais igualdade, podendo atuar num mercado cada dia mais amplo: de ONGs a empresas que valorizam o capital humano.

Com informações de Diário de Pernambuco

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